7 itens essenciais para verificar antes da inspeção veicular

Realizar uma inspeção veicular exige alguns cuidados prévios. Seguir um checklist antes da avaliação é uma forma eficiente de verificar se o veículo atende aos requisitos técnicos exigidos pelas normas e pelos órgãos responsáveis. Além disso, essa preparação contribui para tornar o processo mais ágil e tranquilo.

É importante lembrar que a inspeção veicular não se limita a uma conferência visual. Em muitos casos, especialmente para emissão do CSV (Certificado de Segurança Veicular), o veículo passa por uma análise técnica detalhada de diversos sistemas e componentes. Por isso, realizar uma verificação preventiva reduz a possibilidade de reprovação e evita retrabalhos.

O que conferir antes da inspeção veicular

Antes de comparecer à inspeção, recomenda-se avaliar os seguintes itens:

Sistema de iluminação e sinalização

Verifique o funcionamento correto de todos os dispositivos luminosos do veículo:

  • Faróis altos e baixos;
  • Lanternas traseiras;
  • Luzes de freio;
  • Setas direcionais;
  • Pisca-alerta;
  • Luz de marcha à ré;
  • Iluminação da placa.

Equipamentos obrigatórios e itens de segurança

Confira se os equipamentos exigidos pela legislação estão presentes e em boas condições:

  • Estepe;
  • Macaco;
  • Triângulo de sinalização;
  • Limpadores de para-brisa;
  • Reservatório do lavador abastecido.

Pneus e rodas

Observe as condições gerais dos pneus, verificando se a profundidade dos sulcos está acima do limite mínimo indicado pelo TWI (indicador de desgaste).

Sistemas mecânicos

Também é importante prestar atenção a possíveis sinais de irregularidades, como:

  • Luzes de advertência acesas no painel;
  • Vazamentos aparentes;
  • Vibrações excessivas;
  • Ruídos incomuns durante o funcionamento do veículo.

Documentação necessária

Além das condições do veículo, a documentação apresentada no momento da inspeção é fundamental para a realização do serviço.

Para veículos modificados, normalmente são solicitados:

  • CRLV;
  • CNH do condutor;
  • Autorização prévia emitida pelo Detran;
  • CAT da modificação, quando aplicável;
  • Certificado do cronotacógrafo, quando exigido.

Dependendo do tipo de alteração realizada, outros documentos podem ser necessários, como notas fiscais, ART de instalação, certificados de garantia ou laudos técnicos complementares.

Casos específicos

Em algumas situações, existem exigências adicionais.

Veículos provenientes de leilão

Quando o veículo ainda não possui placa, a inspeção poderá ser realizada mediante apresentação da nota de arrematação e da documentação pertinente.

Transporte de produtos perigosos

Nos veículos utilizados para o transporte de produtos perigosos, pode ser necessário apresentar o certificado de descontaminação dos tanques, dentro do prazo de validade, conforme o tipo de carga transportada.

Por que fazer uma verificação prévia?

Realizar um checklist antes da inspeção oferece diversas vantagens:

  • Reduz as chances de reprovação;
  • Evita gastos com reinspeções;
  • Agiliza o atendimento;
  • Aumenta a segurança do veículo;
  • Contribui para a conformidade com as exigências legais e técnicas.

Além disso, identificar possíveis problemas com antecedência permite que as correções sejam feitas de forma planejada, evitando atrasos e transtornos.

Conte com a SETRAN para realizar sua inspeção veicular

Se você precisa realizar uma inspeção veicular com segurança, agilidade e atendimento especializado, a SETRAN está pronta para ajudar.

Nossa equipe realiza inspeções técnicas seguindo os critérios exigidos pelas normas vigentes, oferecendo suporte para proprietários, transportadores e empresas que precisam manter seus veículos regularizados.

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Iluminação da frota: segurança e eficiência na operação

A iluminação da frota desempenha um papel fundamental na segurança e na eficiência das operações de transporte. Além de melhorar a visibilidade durante a condução, um sistema de iluminação em boas condições contribui para a disponibilidade dos veículos e para a conformidade com as exigências técnicas.

A ABNT NBR 14040-5, norma brasileira que estabelece os critérios para inspeção dos sistemas de iluminação em veículos leves e pesados, destaca a importância de realizar verificações periódicas em componentes como faróis, lanternas e luzes de sinalização.

Mesmo sendo um sistema essencial, a iluminação nem sempre recebe a atenção necessária no planejamento da manutenção da frota. Em muitos casos, a prioridade acaba sendo dada a freios, suspensão e pneus. Entretanto, falhas em faróis, lanternas ou luzes indicadoras podem reduzir a visibilidade, comprometer a segurança e gerar não conformidades durante uma inspeção técnica.

Além disso, manter a iluminação em perfeito funcionamento oferece mais tranquilidade para os motoristas e contribui para uma operação mais eficiente. Por esse motivo, incluir esse sistema na rotina de manutenção preventiva é uma decisão que traz benefícios para toda a frota.

Qual é a função da iluminação na segurança da frota

O sistema de iluminação tem como principal objetivo garantir que o veículo possa enxergar e ser visto em diferentes condições de tráfego. Essa função é especialmente importante em viagens noturnas, períodos chuvosos, neblina ou em rodovias com baixa iluminação.

Além de aumentar a segurança durante a condução, a iluminação também faz parte dos itens avaliados nas inspeções de segurança veicular. Dessa forma, manter todos os componentes em pleno funcionamento ajuda a garantir que a frota esteja adequada aos requisitos técnicos e preparada para operar com mais confiabilidade.

O que a inspeção avalia no sistema de iluminação

Os critérios utilizados para a inspeção seguem as orientações da ABNT NBR 14040-5, que estabelece parâmetros para avaliação dos sistemas de iluminação e sinalização de veículos leves e pesados.

Durante a inspeção, são verificados itens como:

  • funcionamento dos faróis alto e baixo;
  • alinhamento e regulagem dos faróis;
  • lanternas dianteiras e traseiras;
  • luzes de freio;
  • setas indicadoras de direção;
  • luz de marcha à ré;
  • iluminação da placa;
  • luzes laterais e delimitadoras, quando aplicáveis;
  • estado de conservação das lentes e suportes.

Também são analisados aspectos relacionados à intensidade luminosa e à cor das luzes, assegurando que o sistema esteja de acordo com os requisitos técnicos e ofereça a visibilidade adequada para a operação da frota.

Cuidados simples ajudam a preservar a iluminação da frota

Grande parte dos problemas relacionados à iluminação pode ser evitada com inspeções preventivas e verificações periódicas. Por isso, criar uma rotina de acompanhamento é uma forma eficiente de aumentar a disponibilidade dos veículos e reduzir imprevistos.

Algumas práticas recomendadas incluem:

  • verificar regularmente o funcionamento de todas as luzes;
  • substituir lâmpadas com falhas ou queimadas;
  • conferir a regulagem dos faróis;
  • manter faróis e lanternas limpos;
  • inspecionar chicotes e conexões elétricas;
  • observar sinais de infiltração nas lentes;
  • verificar possíveis danos causados por vibrações ou impactos.

Além disso, incentivar os motoristas a comunicar qualquer anormalidade no sistema permite que pequenos ajustes sejam realizados rapidamente, evitando problemas maiores e contribuindo para a continuidade das operações.

Como a iluminação influencia a disponibilidade da frota

Quando a iluminação recebe a atenção adequada, toda a operação se beneficia. Isso porque um sistema em boas condições proporciona mais segurança, confiabilidade e eficiência para os veículos.

Entre os principais benefícios estão:

  • melhor visibilidade em diferentes situações de tráfego;
  • aumento da segurança para motoristas e demais usuários das vias;
  • maior eficiência da manutenção preventiva;
  • mais tranquilidade durante inspeções técnicas;
  • aumento da disponibilidade da frota;
  • maior durabilidade dos componentes elétricos.

Por isso, investir em cuidados preventivos com a iluminação vai além do cumprimento de normas. Trata-se de uma estratégia que contribui diretamente para a segurança e para o desempenho da frota.

Conte com a SETRAN para cuidar da sua frota

Quem gerencia uma frota sabe que manter os veículos disponíveis é essencial para garantir produtividade e tranquilidade na operação. Por isso, contar com um parceiro técnico experiente faz toda a diferença.

A SETRAN já atua ao lado de gestores de frota e empresas de transporte, oferecendo serviços especializados com qualidade, segurança e atendimento técnico para caminhões, carretas e veículos pesados.

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Tabela de Preços

Os valores praticados na SETRAN estão listados na Tabela de Preços. O tempo médio da inspeção é de uma hora e meia.

Tabela de Preços Setran

Reportagem sobre sistema de inspeção automatizado

Originalmente publicada no jornal Hoje em Dia em 15 de Abril de 2014.

Inspeção em carros é feita sem equipamento exigido por norma em BH

A falta de equipamentos obrigatórios para inspeção veicular feita pela BHTrans em ônibus, vans escolares e táxis de Belo Horizonte compromete a qualidade do serviço. As vistorias não seguem especificações do Inmetro, colocando a segurança de passageiros e motoristas em risco.

As falhas já viraram alvo do Ministério Público Estadual (MPE), que investiga a situação. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece os critérios nas NBRs 14040-1 e 14040-11. São vistoriados, em média, 106 veículos por dia no local, segundo a BHTrans. Mesmo com inspeção menos rigorosa, a média de reprovação é de 8%.

Carência

A reportagem do Hoje em Dia acompanhou a movimentação no pátio de inspeção veicular da BHTrans, no bairro Buritis, região Oeste, e constatou as falhas na vistoria.

Segundo o inquérito do MPE, as normas da ABNT exigem os aparelhos calibrador de pneus, regloscópio, placa para verificação de alinhamento de rodas, banca de provas de suspensão, frenômetro e equipamento para verificação de folgas. A BHTrans não possuí nenhum deles. Sem os itens, os vistoriadores avaliam os veículos visualmente. Outros testes, como emissão de ruídos e de gases poluentes, não são feitos no local.

Para o engenheiro mecânico Welligton Cesarmar Silva, que avaliou as vistorias na BHTrans e deu o parecer no inquérito do MPE, o procedimento feito pela autarquia não atesta a eficácia da segurança do veículo avaliado. “Abre espaço para a parcialidade. A partir do momento que inspeção é feita sem os equipamentos adequados ela é nula. É impossível testar isso manualmente. Incorre em risco de acidente posterior”, disse.

Para verificação do freio, por exemplo, os técnicos da BHTrans suspendem o veículo e giram a roda manualmente. O próprio motorista do ônibus, escolar ou táxi fica a bordo – o que também é proibido segundo a ABNT, pois dá margem para manipulação do resultado – e aciona o pedal de frenagem. Se funcionar, o item é aprovado.

Segurança

Além disso, os vistoriadores acessam o fosso do pátio sem equipamentos de segurança, como capacete e óculos.

Um dos técnicos da BHTrans admitiu que muitos itens de segurança, como suspensão e folgas, não são devidamente verificados pela falta de equipamentos. “Se eu estiver com dor no ombro, não vou fazer força para girar a roda. Se fôssemos olhar minuciosamente, haveria muitas reprovações e iríamos demorar muito em cada inspeção”, afirmou.

Outro problema é a presença de mecânicos das empresas de ônibus, que fazem pequenos reparos dentro do pátio de inspeção, tornando o local uma espécie de oficina. O correto seria retornar o veículo à garagem para consertar o item e depois retornar à vistoria. l

BHTrans nega que haja precariedade no processo de vistoria

Apesar de ir contra as especificações do Inmetro, a BHTrans nega que haja precariedade nas vistorias e avalia de forma positiva os testes veiculares. O gerente de Controle de Permissões, Reinaldo Avelar Drumond, disse que o objeto das inspeções é garantir a segurança, conforto, equipamentos, higiene, conservação e padronização dos ônibus, escolares e táxis.

Não há nenhum plano para a instalação de equipamentos exigidos pela ABNT no pátio da BHTrans. O gerente disse que o procedimento segue uma série de normas, inclusive do Inmetro e, devido ao grande volume de vistorias realizadas por dia, 106 em média, a forma como é feito o teste é adequada. “Os testes garantem a confiabilidade do serviço. Nosso foco principal é segurança. Somos exigentes e temos profissionais experientes e capacitados”, afirmou.

Ele confirmou que motoristas dos veículos vistoriados participam do processo, mas não influenciam no resultado final. “Eu precisaria de mais um técnico só para pisar em um freio ou ligar uma seta. Nesse caso, não vejo problemas”, disse.

Já quanto aos pequenos reparos feitos no pátio, ele disse que a prioridade é colocar os veículos em operação. “Não justifica o motorista voltar para uma garagem longe, consertar um item simples, para depois fazer um reagendamento. Temos que colocar o coletivo na rua para garantir o serviço”, ressaltou.

Apenas problemas graves são reprovados na oficina. Quando há pequenas falhas que não comprometam a segurança dos passageiros é emitido um parecer de não conformidade temporário e o problema deve ser sanado até a próxima vistoria.

Quanto à falta de equipamentos de segurança para os vistoriadores, como capacete e óculos que entram nos fossos de vistoria, a BHTrans informou que em janeiro a Superintendência Regional do Trabalho fez uma perícia no local e as questões levantadas estão sendo resolvidas. l

Sistema informatizado em empresa credenciada

Enquanto as vistorias dos veículos que servem ao transporte público de Belo Horizonte têm a qualidade comprometida pela falta de equipamentos na BHTrans, os coletivos que atendem à região metropolitana, como os de Contagem, possuem uma inspeção rigorosa.

Em um dos pátios credenciados pelo Inmetro para fazer a avaliação, o sistema informatizado não deixa espaço para a subjetividade dos testes. Os proprietários e motoristas aguardam em uma sala separada e apenas vistoriadores têm acesso ao local de exame. Na Setran, por exemplo, várias câmeras filmam o procedimento, que pode ser acompanhado em tempo real pelo Inmetro.

Os veículos têm os pneus calibrados e faróis aferidos antes da avaliação. A inspeção, que é paga, dura, em média, uma hora. Os equipamentos informatizados emitem laudo técnico.

Irregularidades

Um dos relatórios da auditoria da Ernest e Young sobre os custos dos coletivos de Belo Horizonte, apontou que parte dos ônibus da capital circulam sem requisitos mínimos para a operação, conforme o Hoje em Dia mostrou na edição do último dia 2.

Ao todo, 267 ônibus dos quatro consórcios que operam em BH passaram por uma vistoria realizada pelos consultores em setembro de 2013. O resultado apontou falta de itens obrigatórios por lei, como tacógrafos, extintores de incêndio, informações ao usuário, pneus em desconformidade com legislação, documentação, sensores de portas e até roletas sem homologação pela BHTrans.

Credenciamento Motofrete (FAQ)

Fonte: BHTrans

1. O que é motofrete?

É o transporte de pequenas cargas em motocicleta, motoneta ou triciclo motorizado.

 

2. Quem pode prestar o serviço de motofrete?

Pessoas físicas (autônomos) maiores de 21 (vinte e um) anos, jurídicas e cooperativas, desde que credenciados pela BHTRANS.

 

3. O que precisa para prestar o serviço de motofrete?

Para prestar o serviço de motofrete é preciso ser condutor cadastrado previamente na BHTRANS, fazer a inspeção técnica semestral da  motocicleta e ter a motocicleta registrada no DETRAN na categoria aluguel (placa vermelha).

 

4. Como fazer o cadastro de pessoa física?

Você deve preencher o Formulário de Solicitação Motofrete – Pessoa Física, anexar os documentos abaixo e enviar para a BHTRANS em envelope lacrado:
Os documentos necessários são:
• Cópia autenticada da carteira de motorista (CNH), habilitado na categoria “A” a pelo menos 2 (dois) anos;
• Cópia autenticada do CPF (se ele não constar na CNH);
• Cópia autenticada do comprovante de endereço;
• Cópia autenticada do documento da moto;
• Comprovação de aprovação em curso especializado obrigatório à profissionais em entrega de mercadorias através de cópia autenticada do certificado, ou cópia do prontuário do Detran/MG, ou da própria CNH;
• Certidões negativas de distribuição de feitos criminais, dentro do prazo de validade, emitidas pelos seguintes órgãos:
a) Justiça Federal – Av. Álvares Cabral, 1805;
b) Justiça Estadual da Comarca de Belo Horizonte – Av. Augusto de Lima, 1549 1º andar;
c) Juizado Especial Criminal de Belo Horizonte – Via Expressa, 3250.
• Cópia autenticada do comprovante de pagamento de contribuição sindical ou do contracheque com referido desconto, na hipótese do condutor ser vinculado a empresa;
• Cópia autenticada do pagamento da taxa de cadastro.
A documentação deverá ser entregue a partir do dia 30 de março no BH RESOLVE, Rua dos Caetés, 342, Centro, ou através do correio para o seguinte endereço: Av. Engenheiro Carlos Goulart, 900, Buritis, CEP: 30.455.902. A documentação será analisada pela Gerência de Controle das Permissões – GECOP e a lista dos aprovados será divulgada pelo Portal BHTRANS.

 

5. Eu não moro em Belo Horizonte. O que fazer?

Além dos documentos já relacionados o motofretista deverá apresentar também a Certidão Negativa de Feitos Criminais emitidas pela Justiça Estadual da Comarca na qual é domiciliado ou residente, e se houver, do Juizado Especial Criminal da mesma comarca.

 

6. Tenho que pagar alguma coisa?

Será cobrada da pessoa jurídica, inclusive cooperativas, uma taxa no valor de R$ 50,00 e da pessoa física será cobrada uma taxa no valor de R$ 25,00. O pagamento da taxa será feito através de depósito em conta da BHTRANS.
Empresa de Transporte e Trânsito de Belo Horizonte S/A
Banco do Brasil
Agência 1615-2
Conta Corrente 720001-3

 

7. A inspeção técnica é feita por quem?

A inspeção deve ser realizada por empresa licenciada pelo DENATRAN e pelo CGCRE.

 

8. O curso será gratuito?

Os cursos são pagos.

 

9. Existe alguma exigência em relação à motocicleta?

Sim, o veículo precisa ter no máximo 10 (dez) anos, placa vermelha, bagageiro, protetor de pernas e motor  (mata-cachorro), ter antena corta pipas, aprovação na inspeção técnica por empresa licenciada.
10. E se a motocicleta não estiver no meu nome?

Neste caso você deve enviar com a documentação do credenciamento uma autorização de uso da motocicleta como motofrete, assinada por você e pelo proprietário da motocicleta e com reconhecimento de firma das assinaturas.

 

11. Qual tipo de carga pode ser transportada e como?

Objetos, mercadorias, documentos, correspondências, alimentos, medicamentos, animais de pequeno porte e outros objetos compatíveis com a estrutura dos veículos, desde que atenda a regulamentação do CONTRAN.
ATENÇÃO: É proibido o transporte de combustível, produto inflamável ou tóxico. Com o auxílio de side-car é permitido o transporte do gás de cozinha e de galão contendo água mineral.

 

12. Posso transportar fora de Belo Horizonte (por exemplo: em Nova Lima)?

Sim, não há impedimento em relação ao frete para outro município. As regras de circulação devem ser respeitadas, assim como as regras determinadas no Código de Trânsito e suas resoluções.

 

13. O motofretista com placa de outra cidade precisa se credenciar aqui para fazer transporte em BH?

Não.

 

14. Qual é o vencimento do Registro do Condutor?

O vencimento do Registro de Condutor se dará em no máximo 05 (cinco) anos e será condicionado à data de validade da CNH.

 

15. O que é preciso para o licenciamento de pessoa jurídica?

Você deve preencher o Formulário de Solicitação Motofrete – Pessoa Jurídica, anexar os documentos abaixo e enviar para a BHTRANS em envelope lacrado:
• Cópia autenticada do alvará de funcionamento e localização;
• Cópia autenticada do CNPJ;
• Cópia autenticada do Contrato social ou ato constitutivo, e última alteração, quando for o caso, registrado no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas ou na Junta Comercial do Estado de Minas Gerais;
• Certidão negativa de débito da Receita Federal;
• Certidão negativa de débito da Procuradoria da Fazenda Nacional;
• Certidão negativa de débito de tributos mobiliários e imobiliários do Município;
• Certidão comprobatória de regularidade perante o Instituto Nacional do Seguro Social – INSS;
• Certidão comprobatória de regularidade perante o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – FGTS;
• Relação de condutores cadastrados na BHTRANS, autorizados a conduzir suas motocicletas.
ATENÇÃO: Todos os condutores vinculados à pessoa jurídica deverão enviar o formulário de pessoa física e a documentação necessária para obter cadastro individual junto à BHTRANS.
• Comprovação de vínculo empregatício dos condutores, por meio de cópia do Livro de Registro ou fichas de funcionários, ou, na hipótese de cooperativa, apenas a ficha de registro de cooperado.
ATENÇÃO: comprovação necessária apenas de condutores já cadastrados na BHTRANS.
A documentação deverá ser entregue a partir do dia 30 de março no BH RESOLVE, Rua dos Caetés, 342, Centro, ou através do correio para o seguinte endereço: Av. Engenheiro Carlos Goulart, 900, Buritis, CEP: 30.455.902. A documentação será analisada pela Gerência de Controle das Permissões – GECOP e a lista dos aprovados será divulgada pelo Portal BHTRANS.

 

16. Qual a periodicidade de renovação da licença da pessoa jurídica?

A licença da pessoa jurídica será renovada a cada 1 (um) ano, mediante a apresentação de todos os documentos elencados no artigo anterior, atualizados.

 

17. Dos Aprovados:

A Licença e o Documento de Comunicação ao DETRAN dos aprovados serão enviados para o endereço de correspondência preenchido no formulário de solicitação;

De posse da Licença e do Documento de Comunicação ao DETRAN o motofretista aprovado deverá realizar a inspeção técnica e posteriormente o procedimento de troca de placa no DETRAN-MG da Gameleira.

 

18. Quais são as principais obrigações para o motofrete?

Para o serviço de motofrete o condutor deverá cumprir o disposto na Resolução nº356 de 2 de agosto de 2010 do CONTRAN, na Lei Municipal nº10.220 de 1º de julho de 2011 e na Portaria da BHTRANS DPR nº129/2011.

Análise da Emissão de Poluentes

A Inspeção Veicular Ambiental é um serviço que surgiu da necessidade de se estabelecer regras de gestão, redução e controle da poluição do ar.

A falta de manutenção, ou mesmo a manutenção incorreta dos veículos, são responsáveis pelo aumento da emissão de poluentes e do consumo excessivo de combustível.

Regulamentada pela Resolução 418/2009 do CONAMA e pela Instrução Normativa 6, de 09/06/2010, do IBAMA, a Inspeção Veicular Ambiental consiste na realização de ensaios no sistema de exaustão dos veículos automotores, verificando os níveis de gases poluentes, fumaça preta e ruídos. Os limites máximos de emissão de poluentes, estão estabelecidos no Anexo I da Resolução 418/2009 do CONAMA.

O veículo ao ser inspecionado, deve atender critérios de conformidade estabelecidos pelas regulamentações vigentes e pelas especificações do fabricante. Caso haja falhas de manutenção e alterações do projeto original, o proprietário será informado das não conformidades, devendo saná-las no prazo de 30(trinta dias), e retornar para nova inspeção.

Nos veículos do Ciclo Otto (gasolina, etanol e/ou GNV), que utilizam centelha para a detonação da mistura ar-combustível na câmara de combustão do motor, é utilizado o Analisador de Gases que verifica os índices de HC, CO, COc ( Fator de Diluição) e CO2.

Nos veículos do Ciclo Diesel (diesel e biodiesel), onde a explosão da mistura ar-combustível se dá pelo aumento da pressão na câmara de combustão, o controle é da opacidade (ou fumaça-preta) realizado pelo Opacímetro, que verifica o grau de opacidade da fumaça por meio da frequência e comprimento de onda do raio infravermelho que atravessa a amostra de fumaça na câmara escura do equipamento.